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setembro 19, 2026

A morte de Duncan Sheik encerra uma carreira que uniu o pop dos anos 90 e o teatro musical inovador

Duncan Sheik, o cantor e compositor por trás de “Barely Breathing” e do musical vencedor do Tony “Spring Awakening”, morreu aos 56 anos após uma parada cardíaca. Sua carreira passou do estrelato pop à aclamada composição para a Broadway.

A morte de Duncan Sheik aos 56 anos marca o fim de uma carreira definida por uma mudança criativa incomum: da composição intimista do pop dos anos 90 ao teatro musical ambicioso e premiado.

Relatos de grupos de mídia ligados a ambos os espectros políticos convergem nos fatos essenciais: Sheik morreu na quinta-feira após uma parada cardíaca, com o relato conservador inicial identificando-o como o cantor e compositor por trás de “Barely Breathing” e compositor de “Spring Awakening”. O relato liberal, mais detalhado e baseado em informações da família, afirmou que ele morreu cercado por pessoas queridas, depois de ter sido declarado em estado crítico, mas estável.

As duas perspectivas diferem menos em substância do que em ênfase. O relato mais curto se concentra na identidade pública de Sheik e na notícia de sua morte, enquanto o relato mais completo traça o alcance artístico que o tornou significativo para além de um único sucesso. Sheik se mudou para Los Angeles no início dos anos 1990 e alcançou destaque no pop com “Barely Breathing”, que permaneceu na Billboard Hot 100 por mais de um ano.

Seu trabalho posterior representou um afastamento radical do pop convencional. Em colaboração com o dramaturgo Steven Sater, Sheik ajudou a transformar a peça alemã “Spring Awakening”, de Frank Wedekind, em um musical da Broadway que estreou em 2007. A produção ganhou oito prêmios Tony, incluindo o de melhor musical; Sheik venceu nas categorias de melhores orquestrações e melhor trilha sonora original.

Esse legado teatral continuava ativo: “Spring Awakening” tinha retorno previsto para a off-Broadway em novembro. Sheik também contribuiu para “American Psycho” e “Alice by Heart”, enquanto continuava a lançar músicas. Sua família se referiu a ele como “pai, marido, filho, irmão e amigo”, elogiando a “sensibilidade, sagacidade, inteligência e profundidade de espírito” que ele levava às pessoas ao seu redor.